quarta-feira, 8 de junho de 2016

IKEA nas cores do verão

Antes de ir a praia no domingo resolvemos acabar com o drama do "preciso me olhar dos pés à cabeça". Sabem do que se trata né ? 
Qual mulher sai de casa sem dar aquela conferida dos pés à cabeça ? Imaginem vocês que até agora, em 8 meses, para ter noção do meu visual por completo, precisava subir na tampa do vaso para enxergar o conjunto da obra no espelho do banheiro. kkkkk ... Outra tática era avaliar o visu no espelho do elevador, bem depressa no tempo da viagem; frente, lado e costas. affff
Foi trabalhoso, estressante e por vezes bastante perigoso, mas finalmente agora disponho de um espelho de 40 x 1.55 pendurado na porta do quarto adquirido na Ikea. Aqui contei nossa primeira ida the flash à loja e onde agora conseguimos encontrar o modelo ideal sem necessitar de furos na parede e, naquelas de unir o útil ao agradável, bem bonitinho. 
Novamente a visita foi mega rápida porque o sol tava lindo e a praia nos aguardando, mas curti alguns ambientes e a maneira cuidadosa de expor os objetos simples, dando aquela valorizada e muita vontade de levar tudo pra casa. 
Olha !

Copacabana é aqui ! Amei o azul dos guarda-sóis, poltronas, tapetes, vasos e estante. Tudo lindo. A cara do verão !

Qual o problema dum selfie enquanto escolhemos ? Não entendi. Tá toda a gente olhando ? Tô nem aí !

Apaguem as luzes !

Acendam as lanternas !


Abram os chapéus de sol ! Azuis, vermelhos, brancos ! 
Me parece que a loja vestiu essas cores.

Mais de perto ! Adorei isso !
 Produção ! Vai começar a festa !


Gazebo rodeado de verde. Perfeito para qualquer jardim.
 Ombrelone ! E aquela combinação dos vasinhos ao fundo ?
 Relax no meio da loja. Reparem na colocação das almofadas. O cuidado e o capricho na apresentação faz toda a diferença.
 Cor e suavidade na medida. 
#partiupraia !

terça-feira, 7 de junho de 2016

Praia do Meco - Sunset

Praia do Sunset, como eles dizem.
Poderia ser o P12 ou o Cafe de La Musique, mas não tem a estrutura, a ostentação e muito menos os tipos "se achando".
Tem somente QUEM e o QUE importa. 
Outro dia li uma crônica da Martha Medeiros, esta aqui, falando exatamente sobre o que vemos, sentimos e vivemos no way of life europeu. Linda e sabiamente concluiu: 
A Europa se manifesta num tom mais baixo e nem por isso deixa de ser escutada. Mantém a compostura. Não há celulares em cima das mesas dos restaurantes. Não há barulho excessivo. Não há cores gritantes. Não há tanto agrotóxico, maquiagem, pressa, televisão, grosseria, suores, botox. Não há tanto enfeite, não há tanta sedução ostensiva, não há tanto. As coisas funcionam sem os excessos. Há valores máximos dentro do mínimo.

Disse tudo heim ? 


Me resta mostrar o sábado:

1- Banho de sol maravilhoso num dia espetacular.
2- Bar do Peixe é o sítio, mas não me falem em sangria. Me diz: quem é que coloca açúcar em espumante ??? Pois ! A deles vem lindamente servida no jarrão lotada de açúcar no fundo.

3- Ressaca miserável.

4- Brunety causando com um drone e eu ... nem vamos comentar ! kkkkk

5- Sunset na primavera rolando às 21h. Que horas será no verão ?


Ahhhhh Europa !
Amo-te pra todo o sempre !

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Praia das Maçãs

O findi foi de praia, cada dia numa.
Portugal é demais !
Alugamos o carro na sexta, treinamos pela manhã, almoçamos em casa e partimos, tudo isso com um sol lindo, zero vento, sem estar frio nem quente também.

O destino foi a Praia das Maçãs, que pensávamos ser perto, ainda desconhecida para nós e com comentário favorável do Rafael, nosso personal.

Levamos um tempão pra sair da cidade. Lisboa está virada num canteiro de obras com o trânsito lento, cheio de desvios e bloqueado em vários lugares. Quando vamos para o norte, gostamos de seguir pela orla (Oeiras, Estoril, Cascais, Guincho) sempre que possível e assim o fizemos, alongando um pouco mais o percurso.

Chegamos às 16h com tempo nublado, bastante vento e frio. Lembramos de ter passado por aqui no inverno a caminho de Ericeira.

Praia pequena numa localidade tipo "parada no tempo" com grandes quintas, casas abandonadas e onde o elétrico chega e parte para Sintra.


O programa foi fazer um lanche, dar uma banda, tirar umas fotos pra descontrair, pegar o carro e voltar pelo mesmo caminho.   

domingo, 5 de junho de 2016

Telha de Amêndoa

To reparando uma certa disposição em falar, comentar e fotografar comidas, doces, restaurantes, cafés, padarias e uma grande variedade de assuntos relacionados à gastronomia local. Repararam também ?
São fases amigos. 
Mas a verdade é que é impossível não se encantar com a grande opção de coisas boas para comer disponíveis nesse país. 
Por acaso, naqueles encontros casuais, onde nem sequer estávamos pensando ou mentalizando ou pedindo para o universo, nos vimos frente a frente com as telhas portuguesas, ainda durante o passeio que nos levou ao café A Brasileira, A Padaria Portuguesa, ao Jardim do Príncipe Real e ao Jardim Botânico.

Passamos por um local de esquina bem meia boca que se parecia com um misto de restaurante e padaria cujas vitrines exibiam a novidade juntamente com uns queques e bolos dignos de livros de culinária. Visualizaram a cena ? Passando distraídos olhamos a vitrine, seguimos, comentamos o que vimos, fizemos meia volta, olhamos de novo com maior atenção e entramos no estabelecimento. 
Um garçom prontamente apareceu, apontamos para a vitrine, ele gritou para outro rapaz atrás do balcão e este nos atendeu. A princípio pedimos 2 unidades para levar, mas enquanto ele colocava no saquinho pedi mais 2 para fazer um telhado maior. 
Conseguimos esperar para provar durante a tarde, bem depois do almoço e vou dizer: é muito boa ! Essas fotos não fazem jus às telhas que provamos. Eram bem maiores e com muita amêndoa, mas por algum motivo não fotografei. Procurei alguma referência de origem, história ou qualquer informação, mas encontrei apenas muitas receitas de preparo.

Fica a dica.

sábado, 4 de junho de 2016

Jardim Botânico de Lisboa

Seguindo nossa caminhada após conhecer A Padaria Portuguesa do bairro e admirar o Jardim do Príncipe Real, resolvemos visitar o Jardim Botânico da capital, situado bem próximo e ao lado do Museu Nacional de História Natural e da Ciência.
Custa 2€ por pessoa e pertence à Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
É pequeno e os caminhos seguem uma encosta de morro.
Todas as espécies estão devidamente identificadas mas, infelizmente, nos pareceu bastante abandonado e carecendo urgentemente de manutenção.
Os dois lagos estão sem água, o chafariz desligado e os canteiros mal cuidados.
Notamos uma quantidade grande de pessoas visitando. Tomara que arrumem logo e volte a ficar mais bonito e tratado.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

A Padaria Portuguesa

Mais uma instituição lisboeta, sendo esta bem mais jovem.

Nascida em 2010 com a ideia de formar uma rede de padarias e pastelarias de bairro com produtos de fabricação própria, conta hoje com mais de 40 lojas espalhadas por Lisboa.

No caminho para o Jardim do Príncipe Real visitamos a recém aberta Padaria Portuguesa do bairro, cuja reportagem da inauguração assistimos na TV um tempo atrás. Essa da segunda foto acima.

Na matéria explicaram que a loja do Príncipe Real fugiu do convencional e foi concebida com uma tipologia, projeto e programação visual diferenciada das demais. Como estávamos na frente mas de café tomado na A Brasileira, e quem clicar no link pode recordar o assunto chamado de pequeno almoço, resolvemos entrar para conferir.  Primeira impressão: gostamos muito mais das fachadas tradicionais com o toldo listrado. Segunda impressão: o interior nos conquistou definitivamente.


Muito lindinha e aconchegante em tons terrosos. Rústico refinado.

Uso de madeira, cobre e tijolos assentes de maneira diversificada no chão e paredes.
Pães, bolos e afins presentes no balcão de atendimento marcam presença em todos os ambientes de formas inusitadas.
Decoração leve, temática e de muito bom gosto.


Olha que bonito !
Vale muito mais que uma visita rápida. Vale sentar sem pressa e mandar baixar todos os itens do cardápio, sem dó nem piedade.
Vale quanto pesa !

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Jardim do Príncipe Real

Lá fomos nós caminhando Chiado afora, bem contentes, levando doces para a vovozinha no Bairro Alto ! uahuahauah

Desculpem ! Brincadeirinha !
Saímos do Consulado Brasileiro, comemos e bebemos coisinhas fora da dieta no A Brasileira e seguimos em direção ao semi famoso Jardim do Príncipe Real. O caminho é super bacaninha, com lojas, lojinhas, padarias, pastelarias e muitos outros pontos de interesse geral de coisas que realmente fazem do caminho um caminho bacaninha. 
Repararam na árvore da foto acima ? 
Não ??

E agora mais de ladinho ? 
Sim ??
Só conseguem olhar para nossa beleza estonteante ??? 
Tá bom ! Muito agradecidos !
Segunda chance sem distrações.

Esta senhora árvore atende pelo nome de Cedro do Buçaco, tem muitos anos de vida e mais de 20 metros de diâmetro. Faz uma sombra gigante e espetacular no jardim de traçado romântico ao estilo inglês. Quem quiser saber mais da interessante origem do jardim e o porquê do nome pode clicar no link lá de cima ou aqui. Eu já cliquei, li, gostei muito e recomendo.
Quem chega ao jardim pelo mesmo caminho que nós de cara já a vê. Fica impressionado, senta em algum dos vários bancos bastante concorridos, tira fotos, selfies, olha pra copa, pro tronco, pra estrutura que sustenta seus imensos galhos, se admira mais um pouco com tudo isso e segue adiante.
Chega ao também concorrido Esplanada Café pela lateral.
Caminha mais um pouco, passa pela frente, pelas mesinhas e se quiser parar nos pareceu ótima pedida.
Em frente tem esta outra opção em menor escala, porém não menos charmosinha. Dobramos à esquerda pela lateral do jardim, fomos até a outra esquina, voltamos e saímos do jardim por aqui.
O passeio continua. Amanhã conto o próximo destino.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

A Brasileira

Vamos tomar o segundo pequeno almoço no Chiado ?
Aqui ?
Saímos super cedo para retirar um documento no Consulado Brasileiro necessário para a entrevista, agendada lá em janeiro, sobre o assunto do meu visto de residente. A segunda tentativa está marcada para o dia 7 de junho e esperamos não haver mais nenhum contratempo nem informações equivocadas para que eu possa, finalmente, entrar, sair e circular tranquilamente pelo país e comunidade europeia. 
O horário de início do expediente do consulado que consta no site está errado. Diz 8hrs; chegamos às 8h20m e já havia uma fila considerável do lado de fora; 8h30m abriram a porta, entregaram a senha e aguardamos até as 9h para subir ao segundo andar onde  o nosso assunto seria atendido. As 10 horas chamaram nosso número e às 10h30m saímos com o papel e com fome, uma vez que o primeiro pequeno almoço já estava esquecido.

Sem demoras sentamos na festiva esplanada em frente ao café mega emblemático da cidade de Lisboa, o famoso A Brasileira, que desde 1905 anuncia vender o "genuíno café do Brasil". É um movimento intenso e incessante de turistas, bem bom de ficar de bobeira olhando e olhando e olhando.

O fundador da casa, Adriano Teles, emigrou jovem para o Brasil e dedicou-se à produção agrícola do café, com o qual fez fortuna.
De volta à Portugal, inovou com a venda e ensino no preparo do café que produzia e importava do Brasil no atual endereço, que rapidamente se tornou um local de culto da elite da cidade. O escritor Fernando Pessoa, dentre outros, foi cliente assíduo e devidamente homenageado com uma estátua em bronze à mesa na esplanada.
 Olha nós aí no inverno, logo que chegamos. Todo mundo que passa tira uma fotinho com ele.
 
Tomamos leite, chá, café e comemos essas tostas crocantes.
Impossível dar uma olhadinha no balcão e sair sem pegar uma coisinha delícia que seja. Escolhi essa daí. 
Curiosidade: no cardápio existem três colunas de preços: um valor de balcão, outro de mesa e o terceiro de esplanada. 
Devidamente alimentados, seguimos para um passeio que conto ao longo da semana.